Olá, caro poeta Zè Augustho!
Beleza de discurso, o rapaz realmente é um tribuno... e eloquente, rsss.
Raro ver isso, hoje.
Grato pela joia de envio, nobre gaúcho.
Ótimo final de semana, um abraço sempre solidário,
João Gomes da Silveira
Zé Poesia
Um blog dedicado à cultura.
sábado, 26 de maio de 2012
A MÃO DO SAMBA
MOKAMBO DIVULGAÇÃO COM DEPOIMENTOS - LEGENDADO
Depoimentos de Luis Fernando Veríssimo, Marcelo Canellas e Quarteto em Cy sobre o trabalho de Otávio Segala que lançou o Projeto MOKAMBO com o Percussionista Berbel. Veja alguns momentos deste Show.
00:08:40
Adicionado em 17/01/2010
797 exibições
|
|
DANÇAS E RITMOS
Cadica Danças & Ritmos apresenta SONHOSby falabrasilcultura |
falabrasilcultura | Maio 22, 2012 at 8:00 pm | Categorias: agenda cultural, Arte & Cultura, diversão, Lançamento!, Uncategorized, Work Work | URL: http://wp.me/pRH3j-nz
| Comentário | See all comments |
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Despedida do TREMA
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüenta anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história. Adeus,
Trema.
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüenta anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história. Adeus,
Trema.
- Não é lixo eletrônico (Mensagem enviada por Paulo Torres Garcia)
CONVITE
É com grande satisfação que convidamos a todos(as) a
participarem da abertura da
Exposição Fotográfica Natureza e Arte dos fotográfos Eliane Heuser, Betina
Borne e Vitor Hugo Travi, na Fundação Zoobotanica (FZB), através do Museu de
Ciências Naturais.
Será dia 16 de abril
às 17h - na sala de Exposição Prof Dr. José Willibaldo Tomé, do Museu de
Ciências Naturais.
Será uma grande alegria recebê-los
Abraços
Simone Mirapalhete
Direção Executiva do Museu de Ciências Naturais
Fundação Zoobotanica
SESI CATEDRAIS
SESI Catedrais na Paróquia Santo Antônio em Porto Alegre
Os músicos da orquestra, João Campos Neto e Vagner Cunha (violinos) e Fábio Chagas (violoncelo), serão os solistas do concerto
O dia 27 de maio vai marcar a apresentação do concerto SESI Catedrais, que será realizado com entrada franca pela Orquestra de Câmara Fundarte na Paróquia Santo Antônio do Partenon.
Sob a batuta do maestro Antônio Borges-Cunha, tendo como solistas três músicos da orquestra: João Campos Neto e Vagner Cunha (violinos) na interpretação do Concerto Para 2 Violinos em Lá Menor de Vivaldi e Fábio Chagas (violoncelo) em Graciela y Buenos Aires de José Bragato, destaca-se no programa as estreias de Introdução e Rancheira Encantada de Marcelo Nadruz (ex-integrante do Grupo Raiz de Pedra) e da estreia em Porto Alegre da música Terceiro Ponteio, do compositor paranaense Rogério Krieger.
Programa
Ottorino Respighi (1879 – 1936)
Passacaglia
Antonio Vivaldi (1678 – 1741)
Concerto para 2 Violinos em Lá menor
Allegro
Larghetto spiritoso
Allegro
Solistas: João Campos e Vagner Cunha
Rogério Krieger
Terceiro Ponteio (estreia em Porto Alegre)
Marcelo Nadruz
Introdução e Rancheira Encantada (estreia)
José Bragato
Graciela y Buenos Aires
Solista: Fábio Chagas, violoncelo
Ramon Sixto Rios
Merceditas
Arranjo: Vagner Cunha
Regente: Antônio Borges-Cunha
Orquestra de Câmara FUNDARTE
Agraciada com o Prêmio Líderes e Vencedores 2011, iniciou suas atividades em março de 1996 como Orquestra SESI/FUNDARTE numa parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi-RS), integrante do Sistema FIERGS, e a FUNDARTE, Fundação Municipal de Artes de Montenegro, tendo como objetivos de contribuir para o crescimento cultural do Rio Grande do Sul, abrir mercado de trabalho para músicos jovens com capacitação profissional e levar a música orquestral para as populações das cidades do interior do Rio Grande do Sul e Capital, abrangendo todas as camadas sociais e faixas etárias.
É formada por 15 músicos profissionais, tendo como Diretor Artístico e Regente Titular, o maestro Antônio Carlos Borges Cunha e, como Diretora Executiva, a professora Therezinha Petry Cardona.
É formada por 15 músicos profissionais, tendo como Diretor Artístico e Regente Titular, o maestro Antônio Carlos Borges Cunha e, como Diretora Executiva, a professora Therezinha Petry Cardona.
Seleciona, anualmente, jovens de até 25 anos para serem solistas nos concertos agendados. Nesses 16 anos de atividades, realizou mais de 534 concertos em 100 cidades do Estado, atingindo um público aproximado de 265.000 mil pessoas diretamente.
É a orquestra que realiza a verdadeira democratização da cultura, levando a música de concerto regularmente ao interior gaúcho em teatros, Igrejas e Espaços alternativos de arte.
Antonio Borges-Cunha
Compositor e regente, Antonio Borges-Cunha é professor orientador do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS, regente titular da Orquestra de Câmara Fundarte e diretor artístico da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro. Borges-Cunha tem participado como convidado em eventos nacionais e internacionais. Como regente tem contribuído para a atualização permanente do repertorio e renovação do interesse do público orquestral. Sua programação de concertos busca conciliar o repertório tradicional com as múltiplas tendências da música atual.
Borges-Cunha é Doutor em Música pela Universidade da Califórnia, San Diego, onde estudou com Roger Reynolds, Harvey Sollberger e Brian Ferneyhough. No New England Conservatory, Boston, estudou composição com Robert Cogan e regência orquestral com Pascal Verot. No Brasil, seus principais professores foram: H. J. Koellreutter, Armando Albuquerque, Arlindo Teixeira e Milton Masciadri.
Borges-Cunha recebeu o título de Mestre em Música no New England Conservatory com dois títulos honoríficos: Academic Honors and Distinction in Performance
ORQUESTRA DE CÂMARA FUNDARTE
Prêmio Líderes & Vencedores 2011 – Expressão Cultural
Dia 27 de maio de 2012 – 19h30min
Paróquia Santo Antônio do Partenon
Rua Luís de Camões, 35 - Bairro Santo Antônio
Telefone: (51) 3217.7461
ENTRADA FRANCA
Duração: 60 min
Informações
Telefone: 0800518555
Assessoria de Imprensa
Dinorah Araújo
Telefones: 55 (51) 3311.6677 e 9964.5492
E-mail: dinorah@cpovo.net
Skype: mdatuar
LIVRO
ANA MARIA BAHIANA revela truques e recursos da sétima arte, apresentando uma maneira de pensar a narrativa cinematográfica em todos os seus detalhes.O cinema é a arte mais próxima do sonho, mas trata-se de um sonho proposto por outra pessoa: cabe a cada espectador torná-lo seu. Para isso, a jornalista Ana Maria Bahiana, com mais de 25 anos dedicados à cobertura cinematográfica, apresenta em
Como ver um filme (Nova Fronteira) um guia saboroso para quem deseja participar ativamente do universo descortinado na tela grande — das salas de exibição ou dos home theaters — acrescentando a cada imagem e som suas próprias percepções, memórias e emoções. Ao destrinchar os mais diversos aspectos de blockbusters, clássicos e cults como Tubarão, Cidadão Kane e Chinatown, a autora revela os processos, recursos e truques responsáveis por transformar uma ideia em duas horas de sonho acordado. Ao final, o leitor será capaz de assistir a um filme da mesma maneira que o faz quem é do ramo: pensando a narrativa inteira, do detalhe ao conjunto, sem perder o foco.
"A proposta não é formar cineastas ou teóricos — existem muitos e bons cursos e livros dedicados a essa tarefa —, mas plateias informadas, críticas, mais bem-habilitadas a compreender o que veem e a escolher do que gostam", afirma Ana Maria. "Tudo o que espero é que, ao final deste livro, eu tenha compartilhado o que aprendi ao longo não apenas de todas essas horas na sala escura do cinema, mas também em muitas e muitas outras, em sets de filmagem, salas de reunião, cafés, festivais, calçadas, entre fios e trilhos, em depósitos, galpões, trens e aviões, conversando, perguntando, ouvindo, aprendendo com quem dedica sua vida a compor essas visões para nosso espanto, horror e delícia."
Ana Maria Bahiana começa dos alicerces, mostrando a tênue fronteira entre arte e comércio de onde nascem os filmes. Passando pela elaboração do roteiro e da verdadeira criação de um mundo que é a pré-produção, ela detalha toda a costura da narrativa cinematográfica para, em seguida, abordar as subjetividades de estilo e gêneros: drama, comédia, ação, aventura, ficção científica, fantasia, suspense, terror e, claro, os filmes de autor — realizadores (Buñuel, Lynch, Kurosawa, Fellini) cuja marca é tão pessoal e distinta que, transcendendo as normas, criam um novo parâmetro de reconhecimento. "São caminhos praticamente infinitos, um glossário preestabelecido que se presta a poemas, piadas, dramas, romances", afirma. 2
Os capítulos são entremeados por boxes que ilustram as informações e conceitos. Do caminho traçado por Uma linda mulher entre o argumento e o corte final às dicas de Hitchcock sobre como fazer um thriller, surgem listas sobre roteiros que jamais viram a luz das telas, dicas de bons filmes sobre o ato de fazer filmes, descrições dos inevitáveis clichês e uma análise das metáforas visuais mais usuais.
A autora encerra Como ver um filme listando filmes de épocas, realizadores, estilos, nacionalidades e temáticas completamente diversos que têm em comum o fato de exporem plenamente a visão de seus criadores. "Juntos, eles representam um grande painel da aventura da imagem em movimento, expressão de nossos sonhos, ansiedades, imperfeições e desejos", conclui.
SOBRE A AUTORA
ANA MARIA BAHIANA é jornalista e escritora, com uma carreira de três décadas de reportagem e comentário de cultura no Brasil e no exterior em mídia impressa, rádio, televisão e internet. Residente de Los Angeles desde 1987, cobriu a indústria de cinema e televisão para diversos veículos em todo o mundo e por cinco anos foi chefe da sucursal de revista inglesa Screen International. É autora do argumento, corroteirista e coprodutora do filme 1972, lançado em 2006. Sua entrevista com Francis Ford Coppola sobre O poderoso chefão III foi incluída em The godfather family album, da editora Taschen (2008), e sua tradução para Easy riders, raging Bulls, de Peter Biskind (sobre Hollywood nos anos 1970), foi lançada em 2009.
ANA MARIA BAHIANA ESTARÁ EM PORTO ALEGRE NOS DIAS 26 E 27 DE MAIO PARA MINISTRAR O CURSO "COMO VER UM FILME 2 – OS GÊNEROS" (CINEBANCÁRIOS) E REALIZAR UM BATE-PAPO SEGUIDO DE SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO LIVRO (LIVRARIA CULTURA).
Título: COMO VER UM FILME
Autora: Ana Maria Bahiana
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 256
Informações
Cena UM
Fone: (51) 9101-9377
E-mail: cenaum@cenaum.com
quinta-feira, 24 de maio de 2012
ESTATUTO DA DIVERSIDADE SEXUAL
Participe da campanha para apresentar o Estatuto da Diversidade Sexual por iniciativa popular.
É necessário angariar 1 milhão e 400 mil assinaturas!
Trata-se da primeira mobilização social pela cidadania da população LGBT.
Assine online a petição pública: http://bit.ly/IYDpuG
Curta e compartilhe no Facebook:http://www.facebook.com/estatutodiversidade
Também imprima os formulários e obtenha mais adesões.
Detalhes no site: www.direitohomoafetivo.com.br
É necessário angariar 1 milhão e 400 mil assinaturas!
Trata-se da primeira mobilização social pela cidadania da população LGBT.
Assine online a petição pública: http://bit.ly/IYDpuG
Curta e compartilhe no Facebook:http://www.facebook.com/estatutodiversidade
Também imprima os formulários e obtenha mais adesões.
Detalhes no site: www.direitohomoafetivo.com.br
Um beijo,
Berenice
PIANOMANIA
SESI e Centro de Eventos FIERGS
Apresentam
Pianomania – Do Barroco ao Carnaval dos Animais
Concerto será em comemoração aos 15 anos do Teatro do SESI
O Teatro do SESI completa 15 anos no dia 25 de maio, Dia Nacional da Indústria. Um concerto da Orquestra de Câmara Fundarte, sob a regência do maestro Antônio Borges-Cunha, com dois pianos no palco, tendo como solistas os pianistas Olinda Allessandrini e André Löss, será apresentado com entrada franca neste dia para marcar as comemorações do aniversário de uma das casas de espetáculo mais qualificadas do Brasil.
Com direção artística de Olinda Allessandrini, o concerto terá a participação de Hique Gomes (narrador) e como músicos convidados Diego Grendene (clarinete), Diego Silveira (percussão), Günter Andreas (percussão) e João Batista Sartor (flauta).
O programa que será apresentado contempla a excepcional aquisição do Teatro do SESI que possui três pianos de cauda longa (dois Steinway & Sons Hamburg e um piano Yamaha).
Na primeira parte serão interpretados o Concerto para piano e orquestra em fá menor, BWV 1056 e o Concerto para dois pianos e orquestra em dó menor, BWV 1060, do compositor barroco Johann Sebastian Bach e na segunda parte O Carnaval dos Animais, de Saint-Saens.
Pianomania – Do Barroco ao Carnaval dos Animais é uma realização do SESI-RS e do Centro de Eventos FIERGS. A direção de produção executiva é assinada por Therezinha Petry Cardona.
O concerto, por Olinda Allessandrini
“Dois focos contrastantes constituem o programa para este espetáculo.
Na primeira parte, o compositor barroco Johann Sebastian Bach, que dos seus vinte filhos, sobreviveram sete, três dos quais eram exímios músicos.
Para os saraus familiares, Bach escreveu concertos para dois e três cravos, acompanhados por orquestra de cordas – na época, formada por alunos e amigos do compositor.
Estas obras foram muito tocadas pela família e provavelmente esquecidas por um bom tempo. Hoje, com os pianos modernos, o som projeta-se em grandes teatros. Mas raros são os locais que podem oferecer três pianos com a mesma potência.
Um diferencial do Teatro do SESI, o que realmente justifica a escolha deste repertório.
Na segunda parte, a escolha recai sobre o Carnaval dos Animais, de Saint-Saens. Através da música, o compositor retrata alguns animais, através de peças curtas, humorísticas e satíricas.
Assim, desfilam os leões, o cisne, os peixes, os pássaros, os fósseis, as tartarugas, conectados por um texto narrado, em que se mesclam elementos da vida atual com as características dos animais relatados”.
Para os saraus familiares, Bach escreveu concertos para dois e três cravos, acompanhados por orquestra de cordas – na época, formada por alunos e amigos do compositor.
Estas obras foram muito tocadas pela família e provavelmente esquecidas por um bom tempo. Hoje, com os pianos modernos, o som projeta-se em grandes teatros. Mas raros são os locais que podem oferecer três pianos com a mesma potência.
Um diferencial do Teatro do SESI, o que realmente justifica a escolha deste repertório.
Na segunda parte, a escolha recai sobre o Carnaval dos Animais, de Saint-Saens. Através da música, o compositor retrata alguns animais, através de peças curtas, humorísticas e satíricas.
Assim, desfilam os leões, o cisne, os peixes, os pássaros, os fósseis, as tartarugas, conectados por um texto narrado, em que se mesclam elementos da vida atual com as características dos animais relatados”.
PROGRAMA
I P A R T E
J. S. Bach
Concerto para piano e orquestra em fá menor, BWV 1056
Allegro moderato
Largo
Allegro con fuoco
J. S. Bach
Concerto para dois pianos e orquestra em dó menor, BWV 1060
Allegro
Adagio
Allegro con fuoco
I I P A R T E
C. Saint-Saens
O Carnaval dos Animais
Introdução e Marcha Real do Leão
Galos e galinhas
Animais velozes
Tartarugas
O Elefante
Cangurus
Aquarium
Personagens de longas orelhas
O cuco na floresta
Viveiro de Pássaros
Pianistas
Fósseis
O cisne
Final
Olinda Allessandrini - Piano
André Löss - Piano
Músicos convidados: João Batista Sartor- Flauta, Diego Grendene de Souza – Clarinete, Günter Andreas - Percussão e Diego Silveira - Percussão
Hique Gomes - Narrador
Regência: Antônio Borges- Cunha
Pianomania – Do Barroco ao Carnaval dos Animais Dia 25 de maio, sexta-feira, às 21 horas ENTRADA FRANCA Teatro do SESI - Porto Alegre Av. Assis Brasil, 8787 – Telefone (51) 3347.8636
Informações Telefone: 0800518555 Site: www.sesirs.org.br
www.centrodeeventosfiergs.com.br
Informações Telefone: 0800518555 Site: www.sesirs.org.br
www.centrodeeventosfiergs.com.br
Assessoria de Imprensa Dinorah Araújo
Jornalista Diplomada - MTB 5704
Telefones: + 55 (51) 3311.6677 e 9964.5492 E-mail: dinorah@cpovo.net Skype: mdatuar
Telefones: + 55 (51) 3311.6677 e 9964.5492 E-mail: dinorah@cpovo.net Skype: mdatuar
GAZETA DOS TOLOS
GAZETA DOS TOLOS 126
SOLAR DOS CAMARA
"-Faz bem tempo me larguei, mundo velho sem porteira..." .
MARCO AURELIO VASCONCELLO AVISA:
"Recebi de presente do Jorge Luiz Neves Passos, a quem agradeço, e compartilho com vocês o link abaixo com o vídeo onde apareço cantando uma das músicas apresentadas no programa Sr.BRASIL de Rolando Boldrin na TV CULTURA: TORQUATO FLÔRES, SENHORES (do CD " JÁ SE VIERAM!), letra de Martim César Gonçalves e melodia de minha autoria."
ACESSAR EM http://www.confrariadospoetasdejaguarao.blogspot.com.br/2012/05/torquato-flores-senhores-marco-aurelio.html
DE SEBASTIÁN JANTOS:
"Hola amig@s les presento aquí mi nuevo sitio en la net, en el mismo podrán acceder a mucha información sobre lo que estoy y he estado haciendo durante éstos últimos tiempos. Allí podrán escuchar y descargar músicas, letras, fotos y seguir bien de cerca lo que se esta haciendo.Espero que les guste." Ver en http://www.sebastianjantos.blogspot.com
FM Cultura 107.7 : 17 horas, segunda a sexta, "Conversa de Botequim", com Luis Henrique Fontoura.
Gaúcha AM/FM: sábado, 21 horas, "Sem fronteira", con Glenio Reis.
TONS E NOTAS, domingo das 07 às 09 hs na RÁDIO FM CULTURA 107.7
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
"...foi cruzando fronteira que eu aprendi a viver..." - Canção "Fronteiras", do disco Paralelo 30, coletivo de 1978.
"...foi cruzando fronteira que eu aprendi a viver..." - Canção "Fronteiras", do disco Paralelo 30, coletivo de 1978.
Grupo Caldo de Cana, Buenos Aires, 1974.
SOLAR DOS CAMARA
apresenta o xou de Raul Ellwanger (o tolo abaixo-assinado) com novas e antigas canções, desde seu primeiro disco 'Teimoso e Vivo' até 'País de Liberdade', lançado em dezembro de 2011 com versões de León Gieco. Na Assembléia Legislativa do RS, dia 24 de maio, 18:30 horas, entrada franca. Muita chacarera, samba, milonga, poesia, amores, protestos, ecologia, inédita Canção do Desaparecido, diversos discos.
ROTEIRO.
-1Cigana tirana-Pery Souza / Raul
-2Pela vida afora-Raul
-3Canção do Desaparecido-Raul
-4Te procuro lá-Raul / Ferreira Gullar
-5Irmãozinho de Batalha-Raul
-6Um barco encantado - Dado Jaeger /Raul
-7Companheira Liberdade-Raul / Jerônimo Jardim
-8Até o condor chorou-León Gieco- versão Raul
-9Fuzarca-Raul
-10Quero te ver liberdade-Raul
-11Eu só peço a Deus-León Gieco / versão Raul
-12Praia do Rosa-Raul
-13Quando acabar o chão-Raul / Nana Chaves
-14Samba do Lero-Raul
-15Pealo de Sangue-Raul
"-Faz bem tempo me larguei, mundo velho sem porteira..." .
A NATUREZA DO SOM : EDU NATUREZA.
O som de Edu Natureza contém o mais bonito da Musica Popular Brasileira: sua alegria, espontaneidade, beleza e sensualidade. Seja nas inventivas variações de musica instrumental inspiradas por Hermeto Pascoal, seja em canções mais densas à la Vinicius, seja na jovialidade irreverente que desborda de suas apresentações ao vivo, a personalidade musical deste autsaider é alegria para os corações e deleite para os ouvidos.
MARCO AURELIO VASCONCELLO AVISA:
ACESSAR EM http://www.confrariadospoetasdejaguarao.blogspot.com.br/2012/05/torquato-flores-senhores-marco-aurelio.html
DIREÇÃO MUSICAL E ARRANJOS DE CRISTÓVÃO BASTOS
espetaculares no xou de Edu Lobo em Porto Alegre dia 16 de maio. Quase não consegui "ver" o xou, tal a intensidade de Jorge Elder, Jurim Moreira, Carlos Malta e Cristóvao num belo piano Steinway. Muito boa música 'instrumental' a serviço da canção, mão esquerda fechada com o baixo, mão direita flertando em naipes arriscadissimos com os saxes/flauta, tudo em meio à troca de discretos sorrisos de prazer. É raro haver aplausos em cena aberta para solistas que acompanham um cantor, mas foi o que aconteceu várias vezes nessa noite mágica.
Tranquilo à frente do quarteto, quase majestoso em sua calma derrama de jóias da canção brasileira, Edu Lobo (e seus letristas Chico, Vinicius, Capinam, Torquato, Guarnieri), compositor que reúne todas as virtudes que possa ter a canção brasileira do século 20: beleza, ritmo, densidade, sutileza, harmonia, poesia, melodias, raizes, conteúdo, folego, impulso, leveza, ironia, modernismo, e acima de tudo o mistério, o sutil mistério, o misterioso mistério, o intangivel , prazeiroso e sublime mistério da...canção.
Parabéns à produção impecavel de Branco Prods., insistam , persistam.
Tranquilo à frente do quarteto, quase majestoso em sua calma derrama de jóias da canção brasileira, Edu Lobo (e seus letristas Chico, Vinicius, Capinam, Torquato, Guarnieri), compositor que reúne todas as virtudes que possa ter a canção brasileira do século 20: beleza, ritmo, densidade, sutileza, harmonia, poesia, melodias, raizes, conteúdo, folego, impulso, leveza, ironia, modernismo, e acima de tudo o mistério, o sutil mistério, o misterioso mistério, o intangivel , prazeiroso e sublime mistério da...canção.
Parabéns à produção impecavel de Branco Prods., insistam , persistam.
Inscrições para o 4° Festival de Violão Reunindo alguns dos maiores expoentes do violão latino-americano, o IV Festival de Violão da UFRGS acontece de 3 a 6 de junho. FAÇA A SUA INSCRIÇÃO AQUI.
DE SEBASTIÁN JANTOS:
==CANCIÓN DE LAS FRONTERAS, LOS CAMINOS, LAS NUBES, LAS VIOLAS==============
‘FRONTEIRAS’
Raul Ellwanger.
Faz bem tempo me larguei
Mundo velho sem porteira
Foi cruzando fronteira
Que eu aprendi a viver
Mundo velho sem porteira
Foi cruzando fronteira
Que eu aprendi a viver
Pra outra moça me entreguei
Cordilheira foi meu chão
Um novo irmão encontrei
Cantando coisas do amor
Cordilheira foi meu chão
Um novo irmão encontrei
Cantando coisas do amor
O cimento do destino
Semeei em terra amiga
Nas andanças por lá
Foi que aprendi a voltar
Semeei em terra amiga
Nas andanças por lá
Foi que aprendi a voltar
Consumi o pão e o vinho
No cansaço da viagem
Contrabandeando coragem
No jardim dos meus paises
No abraço das raízes.
No cansaço da viagem
Contrabandeando coragem
No jardim dos meus paises
No abraço das raízes.
Faz bem tempo...
Programas sobre música na radio em Porto Alegre ==================
panema FM 94.9: domingo 08:00 horas, "Tropeada Cultural", com Hilton Vaccari e Leo Almeida.FM Cultura 107.7 : 17 horas, segunda a sexta, "Conversa de Botequim", com Luis Henrique Fontoura.
Gaúcha AM/FM: sábado, 21 horas, "Sem fronteira", con Glenio Reis.
Band FM: 18 horas, segunda a sexta, "Agenda", com Lúcia Mattos.
Universidade AM 1080, sábado às 16 horas, "Latinidade" com Silvia Secrieru.
"Contemporanea', com Marta Schmidt, FM Cultura 107.7 , sabados às 17 hs.
"Cantos do Sul da Terra", com Demétrio Xavier, todo dia às 11 hs. na FM Cultura 107,7.
Todo sábado às 17h, na Ipanema FM programa "Hot Club do Mutuca" de 2012, com o próprio.
'SESSÃO JAZZ" , de segunda a sexta, das 20h às 22h, nos 107,7 da FM Cultura. Producão e apresentacão: Paulo Moreira.
Maria Luiza Benitez apresenta "Quadrantes do Sul" - de segunda à sextas, das cinco às seis da matina; aos sábados, das seis às oito.
"Estação Regional" na FM Cultura, às 9 horas da manhã, com Carlos Cachoeira.
"Toca Rauúúúúúúúúúúúlllllllllllllll..." =================
Musica:
Jornal.
Bi-mensal "Fala Brasil" sobre cultura, distribuição gratuita nos melhores pontos da cidade.
MAIS
New post on Fala Brasil Cultura |
|
LUCIANO ALVES
|
Assinar:
Postagens (Atom)





